Porque é que a pele muda quando o tempo arrefece?
Há alturas do ano em que a pele parece mudar quase de um dia para o outro. Começa a ficar mais seca, menos confortável, perde alguma luminosidade e, por vezes, até produtos que funcionavam bem durante o verão deixam de ser suficientes.
Não é apenas uma impressão. A mudança de estação também se faz sentir na pele.
Com a descida das temperaturas, o vento, a menor humidade no ar e o regresso a ambientes fechados e climatizados, a pele fica exposta a condições diferentes das dos meses mais quentes. E isso pode refletir-se na sua capacidade de manter a hidratação e o equilíbrio natural.
O que acontece à pele no outono?
Durante o verão, é habitual privilegiar texturas mais leves e rotinas simples. O calor e a maior produção de sebo podem fazer com que cremes mais ricos pareçam desnecessários ou até desconfortáveis.
Quando os dias começam a arrefecer, o cenário muda.
A exposição ao frio e ao vento, juntamente com o ar mais seco, pode contribuir para uma maior perda de água à superfície da pele. É nesta fase que podem surgir alguns sinais bastante comuns: sensação de repuxar depois da limpeza, zonas mais secas, textura irregular ou uma aparência menos luminosa.
Isto não significa necessariamente que seja preciso mudar toda a rotina. Muitas vezes, pequenos ajustes são suficientes.
A hidratação começa antes do creme
Quando a pele está mais seca ou desconfortável, a primeira reação tende a ser procurar um hidratante mais intenso. Mas há outro passo que merece atenção: a limpeza.
Água demasiado quente e produtos de limpeza pouco adequados podem deixar a pele ainda mais desconfortável. Nesta altura do ano, vale a pena privilegiar uma limpeza que remova as impurezas do dia a dia sem comprometer o conforto da pele.
A Emulsão de Limpeza Hidracare, pode ser integrada neste primeiro passo da rotina, preparando a pele para os cuidados seguintes.
Porque uma boa rotina não começa no sérum ou no creme. Começa na forma como a pele é limpa.

Nem sempre é preciso usar mais produto
Outro erro frequente é associar uma pele mais seca à necessidade de aplicar grandes quantidades de creme.
Mais produto não significa necessariamente mais hidratação.
O importante é escolher fórmulas adequadas e utilizá-las com consistência. Aplicar o hidratante diariamente, de manhã e/ou à noite, de acordo com as necessidades da pele, tende a fazer mais sentido do que compensar pontualmente com uma quantidade excessiva.
E há um detalhe que também pode ajudar: não esperar que a pele esteja completamente desconfortável para adaptar a rotina. As mudanças de estação são uma boa altura para observar como a pele está a responder e ajustar os cuidados antes de os sinais se tornarem mais evidentes.
E o protetor solar? Continua.
Os dias podem ficar mais cinzentos e o sol menos intenso, mas a proteção solar não deve desaparecer da rotina quando termina o verão.
A radiação ultravioleta continua presente ao longo do ano. Por isso, a proteção solar mantém-se como um passo importante da rotina diária, especialmente quando existe preocupação com manchas e sinais de envelhecimento.
O UV Block, pode continuar a fazer parte da rotina durante o outono e o inverno, como último passo dos cuidados de rosto durante o dia.
Troca-se a estação. Não se abandona a proteção.

Uma rotina que acompanha a pele
A pele não tem exatamente as mesmas necessidades durante todo o ano. E cuidar bem dela também passa por perceber essas mudanças, em vez de manter automaticamente os mesmos produtos e hábitos em todas as estações.
No outono, três passos simples podem fazer a diferença: limpar, hidratar e proteger.
Para reforçar a hidratação nesta altura do ano, o Hidraskin Creme Hidratante, pode integrar a rotina diária, acompanhando a pele numa fase em que tende a estar mais exposta à secura e ao desconforto.
Não se trata de complicar a rotina a cada mudança de estação. Trata-se de perceber aquilo de que a pele precisa e adaptar os cuidados.
